Clique aqui para voltar à página inicialhttp://www.novomilenio.inf.br/cultura/cult118.htm
Publicado em: 27/12/2024 06:54:18
Clique na imagem para voltar à página principal
CULTURA/ESPORTE NA BAIXADA SANTISTA
Ney Latorraca

Leva para a página anterior

O ator e diretor de teatro, televisão e cinema Antonio Ney Latorraca ("Seu Ney La", "Ney Latoca" ou Ney "Latorraca" - palavra que incorpora "ator" e "raça", segundo explicava) nasceu em Santos em 25 de julho de 1944 e faleceu no Rio de Janeiro em 26 de dezembro de 2024. Momentos após seu falecimento, o portal G1/Rio de Janeiro da Rede Globo de Televisão noticiou:


Ney Latorraca na novela Vamp
Foto: acervo TV Globo, publicada com a matéria

 

Ney Latorraca morre no Rio

Ator e diretor tinha 80 anos e estava internado na Clínica São Vicente em função do agravamento de um câncer de próstata. Ele morreu em decorrência de uma sepse pulmonar. Ao longo da carreira, ator se destacou com vários personagens, entre eles, o Vlad, na novela 'Vamp' e 'Barbosa, em 'TV Pirata'.

Por TV Globo

26/12/2024 07h43 Atualizado há uma hora

O ator e diretor Ney Latorraca, de 80 anos, morreu nesta quinta-feira (26) no Rio. Ele estava internado desde o dia 20 de dezembro na Clínica São Vicente, na Gávea, por conta de um câncer de próstata e morreu em decorrência de uma sepse pulmonar.

O câncer foi diagnosticado em 2019. Na época, Ney foi operado e retirou a próstata. A doença voltou em agosto deste ano, já com metástase.

O artista estreou na Globo em 1975 na novela “Escalada” e, ao longo da carreira, se destacou em novelas e programas humorísticos, como Quequé, em "Rabo de saia" (1984), o vampiro Vlad, em "Vamp" (1991) e Barbosa, em "TV Pirata".

"Ator já nasce ator. Aprendi desde pequeno que precisava representar para sobreviver. Sempre fui uma criança diferente das outras: às vezes, eu tinha que dormir cedo porque não havia o que comer em casa. Então, até hoje, para mim, estou no lucro", disse o ator em depoimento ao Memória Globo.

Infância e carreira


Ney Latorraca
Foto: Fernando Lemos/Arte Memória Globo, publicada com a matéria

Ney Latorraca nasceu em Santos (SP) no dia 25 de julho de 1944. Era filho de artistas. O pai, Alfredo, era cantor e crooner de boates, e a mãe, Tomaza, corista.

Na infância, morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, até voltar para Santos e prestar exame no Instituto de Educação Canadá, escola onde formou, com um grupo de amigos que lá estudavam, a banda Eldorado.

Assumiu a função de líder e cantor do grupo. Sua estreia no teatro aconteceu em 1964, em uma peça de escola chamada "Pluft, o fantasminha". Na época, ele tinha 19 anos. O sucesso fez com que a peça ganhasse fama fora dos muros do Instituto de Educação Canadá.

Pouco tempo depois, já em São Paulo, o ator participou da peça "Reportagem de um tempo mau", com direção de Plínio Marcos, no Teatro Arena. O trabalho não chegou a entrar em cartaz por ter sido censurado pelo governo militar - alguns atores da peça foram, inclusive, presos.

"Fiquei completamente arrasado, queria me matar. Voltei para Santos", disse Ney sobre a ocasião.

Em seu retorno à sua cidade natal, Ney Latorraca estudou na Escola de Arte Dramática, atuou em algumas peças locais e, no ano de 1969, finalmente estreou na televisão em "Super plá", na TV Tupi, e no cinema em "Audácia, a fúria dos trópicos".

Em seguida, trabalhou na TV Cultura e na TV Record, antes de estrear de vez na Rede Globo em 1975, na novela "Escalada", de Lauro César Muniz, cujo elenco contava ainda com Tarcísio Meira e Susana Vieira.

Com Vera Fischer, interpretou uma cena de estupro em "Coração alado" (1980), a primeira em uma novela das oito. No folhetim, dividiu as atenções com atores como Tarcísio Meira, Débora Duarte e Walmor Chagas.


Ney Latorraca em Coração Alado, 1980
Foto: Nelson di Rago/Globo, publicada com a matéria

Em 1990, trabalhou no SBT na novela "Brasileiras e brasileiros". No ano seguinte, voltou para a TV Globo e viveu um de seus personagens mais famosos: Vlad, na novela "Vamp" (1991). Outras atuações marcantes de Latorraca foram a de Barbosa, em "TV Pirata" (1988), do italiano Ernesto Gattai na minissérie "Anarquistas, graças a Deus" (1984) e do travesti Anabela em "Um sonho a mais" (1985). Na trama, aliás, fez seis papéis.

"Pensei que fosse enlouquecer. Virei o versátil da Globo. Com essa história de versátil é que dancei mesmo. Comecei a fazer de tudo: sapatear, plantar bananeira, subir, descer, fazer árvore, jacaré, vampiro. Mas é bom ser versátil. Você não fica carimbado”, afirmou.

O ator também é lembrado por seu papel na novela "Estúpido cupido", exibida entre 1976 e 1977, na qual viveu Mederiquis, fã de Elvis Presley e líder da banda de rock Personélitis Bóis. A princípio, ele não queria o papel.


Ney Latorraca interpretando Barbosa, na TV Pirata
Foto: acervo Globo, publicada com a matéria

"Eu estava com 33 anos e interpretava um cara de 17. Queria abandonar, não ia mais fazer. Me botaram de peruca, todo maquiado. Quando me vi caracterizado como o personagem, falei: ‘Estou parecendo um macaco’. Falei que ficava com uma condição: ‘Quero escolher meu figurino’. Me vesti todo de preto, sem maquiagem alguma, e pedi uma lambreta preta. Batizei-a de Brigite", contou. "Virou um grande sucesso, estourou mesmo. Fizeram história em quadrinhos, chiclete, figurinha – e eu era uma das figurinhas mais difíceis".

Entre seus vários trabalhos para a Rede Globo, Ney Latorraca atuou em 18 novelas, seis minisséries e oito seriados. Tem ainda em seu currículo 23 longa-metragens e 13 peças. Sua última participação na Rede Globo foi no seriado "A Grande Família", em 2011.

Ao lado de Marco Nanini, ficou 11 anos em cartaz com a peça "O Mistério da Irma Vap", dirigida por Marília Pêra.


Ney Latorraca na novela Vamp
Foto: acervo TV Globo, publicada com a matéria

Um texto do site Memória Globo, de 28/10/2021, foi também atualizado nessa hora:


Ney Latorraca
Foto: Fernando Lemos/Arte Memória Globo, publicada com a matéria

 

Ney Latorraca

 

O ator e diretor Ney Latorraca nasceu em Santos, São Paulo, em 25 de julho de 1944. Estreou na Globo em 1975 na novela Escalada. Se destacou em novelas e programas humorísticos. Morreu em dezembro de 2024, aos 80 anos.

Por Memória Globo
28/10/2021 23h38 Atualizado há uma hora

 

Quando o ator Ney Latorraca foi convidado a fazer uma participação especial na novela Vamp (1991), de Antonio Calmon, para viver o vampiro Vlad, pensou em recusar. Ele estava em cartaz com a peça O Mistério de Irma Vap, em São Paulo, e não queria acumular trabalho. Sentia-se cansado. Como seriam apenas nove capítulos, Ney Latorraca resolveu aceitar. Para a nossa alegria. Tem sido assim a carreira de Ney Latorraca, um sucesso atrás do outro. Se por um lado, sua vaidade o leva sempre ao superlativo, por outro a verdade é que o grande público adora o ator. E se encanta com seus personagens, que sempre crescem com uma atuação única, cheia de detalhes, construída milimetricamente por ele, do jeito de falar ao tipo de passo, do figurino ao penteado.

Ator já nasce ator. Aprendi desde pequeno que precisava representar para sobreviver. Sempre fui uma criança diferente das outras: às vezes, eu tinha que dormir cedo porque não havia o que comer em casa. Então, até hoje, para mim, estou no lucro.

A primeira novela de Ney Latorraca na Globo foi Escalada, de Lauro César Muniz, exibida ainda em preto e branco, em 1975. Felipe, seu personagem, era mudo: “Ele só balançava a cabeça. E o que aconteceu? Um mês depois que a novela estreou, o personagem fazia tanto sucesso que todo mundo queria saber quem era aquela pessoa jogada pelos cantos, muda. Eu nunca apresentei aquele padrão imposto de galã, que precisava ter uma virilidade explícita. Pelo contrário. Mas Felipe fez sucesso, principalmente com o público feminino. Na época, havia um concurso em nível nacional para eleger o rei da televisão. Em seis semanas, eu já estava concorrendo com Tarcísio Meira e Roberto Carlos”.

Histórias como essa se repetem na carreira do ator. O que falar, por exemplo, de Barbosa, o velhinho beiçudo de TV Pirata? “Era um velho tarado, de cabeça branca, com um pouco de bico. Mas eu comecei a aumentar o bico, tanto que, meses depois, só dava Barbosa e todo mundo imitava. Foi um baita sucesso. Até hoje me pedem na rua para fazer o Barbosa”, conta.

EXCLUSIVO MEMÓRIA GLOBO


Webdoc humor - TV Pirata (1988), publicada com a matéria
Imagem: captura de tela, quadro Saddam Onze e Meia



Webdoc novela - Vamp (1991), publicada com a matéria
Imagens: captura de telas

Bem antes disso, o Mederiques, da novela Estúpido Cupido (1976), de Mário Prata, também emplacou: “Eu estava com 33 anos e interpretava um cara de 17. Queria abandonar, não ia mais fazer. Primeiro me botaram de peruca, todo maquiado. Quando me vi caracterizado como o personagem, falei: ‘Estou parecendo um macaco’. Falei que ficava com uma condição: ‘Quero escolher meu figurino’. Me vesti todo de preto, sem maquiagem alguma, e pedi uma lambreta preta. Batizei-a de Brigite. Comecei a falar coisas assim: ‘Vamos lá, rapazes, não temos tempo a perder’. E para dizer que eu era jovem, andava com um gingado característico. Virou um grande sucesso, estourou mesmo. Fizeram história em quadrinhos, chiclete, figurinha – e eu era uma das figurinhas mais difíceis”.

Em 1984, o ator voltou à tela da Globo com a história de um comerciante e suas três mulheres: o mote da minissérie Rabo de Saia. Ele fez o papel de um sedutor incorrigível, o caixeiro-viajante Ezequias Vanderlei Lins, vulgo Quequé. Quequé viajava de trem pelo Nordeste do Brasil e se dividia entre três famílias. Canalha? Nada disso. Quequé era um romântico, conquistador nato, e as três mulheres dele eram mesmo irresistíveis.

Início da carreira

Antônio Ney Latorraca é filho de artistas artistas: Alfredo, cantor e crooner de boates, e Tomaza, corista. Ambos trabalhavam em cassinos, até que o jogo foi proibido em todo o território nacional, e o casal se viu com muitas dificuldades financeiras. “Aprendi desde pequeno que precisava representar para sobreviver, o que nunca me deixou um trauma, pelo contrário. Sempre fui uma criança diferente das outras, tive uma história instigante. Às vezes, eu tinha que dormir cedo porque não havia o que comer em casa. Então, até hoje, para mim, estou no lucro. Minha vida é sempre lucro”, reflete. Com apenas 6 anos, fez participações na Rádio Record.

Ney Latorraca garante que “o ator já nasce ator”. E relembra com gosto seus tempos de escola para comprovar sua tese: “Na época do colégio, eu já representava. Descobri que um professor era espírita. Então, eu recebia entidades para passar de ano. Eu me jogava no chão para conseguir nota, babava. E passava. Eu era um pequeno monstrinho. Foi ali que comecei a fazer teatro”.

Aos 19 anos, ainda morando em Santos, passou em seu primeiro teste e fez Pluft, o Fantasminha, de Maria Clara Machado. A peça saiu até na Tribuna de Santos, Ney Latorraca se imaginou como um grande ator e, por conta desse sucesso, foi para São Paulo disposto a mergulhar de cabeça nas artes cênicas. Fez um teste com o diretor Plínio Marcos, no Teatro Arena. Passou, mas Reportagem de um Tempo Mau, do próprio Plínio, não chegou a entrar em cartaz: o governo militar mandou prender os atores. “Fiquei completamente arrasado, queria me matar. Voltei para Santos”, confessa.

A volta foi dura, um tempo de muito trabalho, mas acabou se revelando produtiva. Ele trabalhou em banco, em loja de roupa feminina, foi vendedor de pedra semipreciosa; mas também se matriculou na Escola de Arte Dramática e fez algumas peças. Até que foi para a TV Tupi. Fez figurações e pontas, inclusive em Beto Rockfeller, de Bráulio Pedroso: “Fiz figuração porque Lima Duarte, que dirigia a novela, não gostou de mim, falou que a minha voz era muito afetada. Fiquei fazendo ponta – pela qual não me pagaram. Quer dizer, pagaram com uma coisa chamada dinheiron, que você trocava por artigos de uma loja que só tinha roupa feminina. Troquei por duas calcinhas e um sutiã para minha mãe. A Tupi estava em decadência”.

Ney Latorraca ainda passou pela TV Cultura, depois pela TV Record, onde trabalhou por cinco anos. Ali, diz que aprendeu a fazer televisão e destaca a novela Venha Ver o Sol na Estrada, de Leilah Assumpção. “Foi uma coisa que eu considero entre as maiores loucuras da televisão brasileira, com direção de Antunes Filho, um dos maiores diretores teatrais do país”, lembra.

Na Globo

Após a estreia na Globo em 1975, e o sucesso do personagem Felipe, Ney Latorraca assinou um contrato de dois anos com a emissora. A partir dali, foram 17 novelas, seis minisséries e mais de uma dezena de seriados e especiais, incluindo um musical e um humorístico. Em Coração Alado (1980), de Janete Clair, contracenou com Vera Fischer e, com ela, interpretou a primeira cena de estupro em uma novela das oito: “Foi uma luta. Ela quem me jogava para cima e para baixo. Uma loucura. A cena ficou linda, bem marcada, uma coisa de bom gosto, não uma grosseria. Mas é claro que é um tema forte para a novela das oito. Tinha que ser a Janete. Eu acho que mexer com a sociedade é função da dramaturgia”.

Em 1984, atuou naquela que o ator consideraria uma de suas minisséries preferidas, Anarquistas, Graças a Deus, adaptada do romance de Zélia Gattai por Walter George Durst. “Eu fiz um baita sucesso, fui capa de todas as revistas. Todo mundo amava. Eu só não tinha a aprovação de Zélia. Ela era a única pessoa que não havia me falado nada. Recebi flores de todo mundo. Foi um escândalo, uma coisa emocionante, que parou o país. Até que recebi um telegrama da Zélia: ‘Se meu pai estivesse vivo, ficaria muito emocionado. Eu estou vendo meu pai no vídeo’. Chorei muito”, conta.



Anarquistas, Graças a Deus (1984): Ernesto desbrava a floresta
Imagens: captura de telas de vídeo publicado com a matéria

Um ano depois, atuou em Um Sonho a Mais, de Lauro César Muniz e Daniel Más, baseada na peça teatral Volpone, de Ben Johnson. Na trama, interpretou seis papéis: “Pensei que fosse enlouquecer. Eu gravava com todo o elenco. Anabela Freire, um dos meus personagens, virou um sucesso. Passei nove meses de salto. Virei o versátil da Globo. Com essa história de versátil é que dancei mesmo. Comecei a fazer de tudo: sapatear, plantar bananeira, subir, descer, fazer árvore, jacaré, vampiro. Mas é bom ser versátil. Você não fica carimbado”.

Um fato curioso é que foi a partir dessa experiência que o ator acabou na peça O Mistério de Irma Vap. “Vendo esse hospício, Marília Pera, que é minha madrinha, pensou em montar a peça com Nanini e eu vestidos de mulher e trocando de roupa. Na Broadway, a peça ficou em cartaz por oito meses. Aqui, 11 anos”, esclarece.

Em 1990, Ney Latorraca transferiu-se para o SBT, onde atuou na novela Brasileiras e Brasileiros, de Carlos Alberto Soffredini e Walter Avancini: “Fui com Avancini, que me chamou para lançar uma nova dramaturgia no SBT. Precisava alguém de nome. E fui. Voltei correndo, como um rato!”.

Foi nessa volta para a Globo, em 1991, que Ney Latorraca transformou sua participação especial de nove capítulos no grande sucesso de Vamp. No primeiro dia de janeiro de 1994, sua mãe faleceu, o que mexeu muito com o ator. “Minha vida deu uma parada, quase morri junto. Fiquei péssimo. Fiquei muito magro, com quase 50 kg. Nanini me convidou para fazer O Médico e o Monstro, e só aceitei para poder voltar a ensaiar”, confessa. Na época, atuou em Zazá, de Lauro César Muniz, em 1997: “Meu personagem era um vilão. Fui muito bem tratado pela imprensa, diziam que era a volta de Latorraca. Acho que era uma maneira de me agradar, porque sabiam que eu estava muito mal”

De volta ao trabalho, o ator fez várias participações em minisséries e especiais como Você Decide e Brava Gente. Também atuou em novelas como Bang Bang, de Mário Prata e Carlos Lombardi, em 2005, e Negócio da China, de Miguel Falabella, em 2008. Em 2010, voltou a mostrar sua faceta cômica em SOS Emergência, e, no ano seguinte, fez uma participação especial no seriado A Grande Família.

A veia bem humorada de Ney Latorraca veio à tona também no especial de humor Alexandre e Outros Heróis, dirigido por Luiz Fernando Carvalho, em 2013. O ator viveu um típico mentiroso do sertão na comédia adaptada de dois contos do escritor Graciliano Ramos. Alexandre (Ney Latorraca) recebia amigos para contar como ficou com o olho torto depois de cavalgar uma onça na infância. Em 2014, o ator fez uma participação especial na novela Meu Pedacinho de Chão, também dirigida por Luiz Fernando Carvalho. Viveu Cirilo, um homem chique e pai de Renato (Bruno Fagundes). Seu último trabalho em telenovelas na Globo foi em 2017, quando fez participação em 'Novo Mundo' como o Sir Edward Millman.

____________________

Ney Latorraca faleceu em 26 de dezembro de 2024 vítima de uma sepse pulmonar em decorrência de um câncer.

Fonte: Depoimento concedido ao Memória Globo por Ney Latorraca em 18/06/2007.

Imediatamente após o falecimento, a Wikipédia atualizou a página Ney Latorraca - clique >>aqui<< ou na imagem abaixo para obter a página arquivada em formato PDF por Novo Milênio:

Clique na imagem para obter o arquivo em formato PDF
Imagem: captura de tela da página exibida às 8h16 de 26/12/2024 e arquivada acima


Veja mais:


O Mistério de Irma Vap, a peça teatral, vídeo postado no YouTube por Pequena Central em 4/9/2014 (acesso: 26/12/2024)
Clique >>aqui<< para obter o vídeo em formato MP4 (4'30", 9,84 MB)



O falecimento do artista e cenas de seus trabalhos em teatro e televisão, vídeo postado no YouTube por TV Band Rio em 26/12/2014 (acesso: 26/12/2024)
Clique >>aqui<< para obter o vídeo em formato MP4 (3'26", 25,4 MB)



Morre Ney Latorraca, aos 80 anos de idade. Vídeo postado no YouTube por Jornalismo TV Cultura em 26/12/2024 (acesso: 26/12/2024)
Clique >>aqui<< para obter o vídeo em formato MP4 (5'08", 45,1 MB)

Veja também:

Coliseu: teatro, cinema e elefante branco (11)
Coliseu: teatro, cinema e elefante branco (10)
O cinema em Santos (31)
Memórias do Teatro de Santos (24)/O TEFFI - Teatro Escola da Faculdade de Filosofia
Clube XV (1) - estreia de seu pai, Alfredo Simoney
Histórias do antigo Parque Balneário (2-a) - seu pai, crooner

Leva para a página seguinte da série